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“Ato criminoso”: Al Jazeera responde à ordem de Israel de fechar escritórios

A Al Jazeera tem sido foco de meses de críticas do primeiro-ministro israelense. (Arquivo)

Doha:

A rede Al Jazeera, com sede no Catar, condenou no domingo como “criminosa” uma medida do governo israelense para proibir a emissora de operar durante sua cobertura da guerra de Gaza.

“Condenamos e denunciamos este ato criminoso de Israel que viola o direito humano de acesso à informação”, disse a Al Jazeera em comunicado no X, antigo Twitter, em árabe.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse no domingo que seu governo decidiu por unanimidade fechar o canal.

A Al Jazeera tem sido o foco de meses de críticas por parte de Netanyahu e do seu governo na última ronda de uma rivalidade de longa data que começou bem antes da guerra de Israel com o Hamas em Gaza.

O ministro das Comunicações de Israel, Shlomo Karhi, disse ter emitido a ordem para fechar o canal, confiscar equipamentos e restringir a transmissão aos sites da Al Jazeera em uma declaração conjunta separada com o primeiro-ministro israelense.

Desde o início da guerra em Gaza, em 7 de Outubro, a Al Jazeera transmitiu continuamente reportagens no terreno sobre os efeitos da campanha de Israel.

O escritório da rede em Gaza foi bombardeado durante o conflito e dois dos seus correspondentes foram mortos.

(Exceto a manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed distribuído.)

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